Psicóloga e Psicanalista
Psicóloga Clínica e Psicanalista
CRP 05/63356
Clarice R. Bulhões
Sou psicóloga e psicanalista. Formada em Psicologia pela UFF, especialista em Psicologia Clínica na PUC-Rio e hoje sou mestranda na mesma instituição, na linha Psicanálise: Clínica e Cultura. O que me move, no consultório e na pesquisa, é o ponto em que a história de cada um encontra o tempo em que vive.
Atendo online desde 2020 e, hoje, exclusivamente online. Recebo pessoas que chegam com o que se convencionou chamar de sintomas contemporâneos: ansiedade, depressão, burnout, TDH. Relações que se repetem, um corpo que fala antes da palavra. Trabalho a partir de uma convicção: cuidar da saúde mental é também olhar para o mundo que a produz.
Sustento minha prática no tripé que a psicanálise exige de quem a exerce: análise pessoal, supervisão e formação permanente.
Se quiser conhecer minha trajetória acadêmica, meus artigos e pesquisas estão no Currículo Lattes.
Psicanálise, atendimento online: Cuidar da saúde mental é também olhar para o mundo que a produz.
Sustento minha prática no tripé que a psicanálise exige de quem a exerce: análise pessoal, supervisão e formação permanente.
Ansiedade
Preocupação constante, excesso de pensamentos, medo ou apreensão, dificuldade para relaxar, tensão e alterações no sono. A redução dos sintomas faz parte do tratamento. O trabalho vai além dela: entender em que situações a ansiedade aparece, o que se repete nessas situações e o que esse estado de alerta está protegendo.
Depressão
Desânimo que não passa, perda de interesse pelo que antes importava, cansaço, isolamento, alterações no sono e no apetite, sentimentos de vazio ou culpa. O tratamento acompanha a história por trás desses sinais: quando esse estado começou, o que mudou naquele período e o que ficou sem ser dito desde então.
Burnout
Esgotamento ligado a situações prolongadas de estresse no trabalho: exaustão, irritabilidade, distanciamento das pessoas, sensação de incapacidade e perda de sentido no que se faz. O tratamento passa por entender como o desempenho virou medida de valor pessoal, o que torna difícil desacelerar e em que condições de trabalho esse esgotamento se produziu.
TDAH
Dificuldades persistentes de atenção, organização e gestão do tempo, além de impulsividade e inquietação — com repercussões nos estudos, no trabalho e na percepção sobre si mesma. A psicanálise não substitui o diagnóstico. Interessa o que ele não alcança: o que se construiu em torno dessas dificuldades e o que custou sustentar exigências feitas para outro funcionamento.
Psicanálise, o que é?
A Psicanálise é uma abordagem clínica que busca compreender o sujeito a partir de sua história, de seus desejos, conflitos, relações e experiências, considerando também a dimensão do inconsciente.
Por meio da fala e da escuta, o processo psicanalítico possibilita olhar para aquilo que, muitas vezes, se repete ou causa sofrimento, permitindo construir novos sentidos para a própria história.
Mais do que oferecer respostas prontas, a Psicanálise convida cada pessoa a se escutar e a compreender aquilo que está por trás de seus sintomas, escolhas e modos de se relacionar.
Um espaço seguro para falar e ser escutado. Tempo para compreender o que você sente. Uma escuta atenta à sua singularidade.
Entre em contato agora e solicite informações!
Perguntas Frequentes
Para que serve a psicanálise?
A psicanálise não trata a doença. Trata a pessoa que sofre com ela. Por isso serve a todo tipo de sofrimento: do que tem nome ao que ainda não tem. A seguir, quatro ideias que orientam meu trabalho.
1. Como funciona a terapia psicanalítica?
A terapia psicanalítica acontece a partir da fala e da escuta. Durante as sessões, você é convidado a falar livremente sobre aquilo que pensa, sente, vive e repete, inclusive sobre aspectos que podem parecer difíceis de compreender. Ao longo do processo, é possível perceber novos sentidos para sua história, seus conflitos, escolhas e relações.
2. A psicanálise é indicada para quais pessoas?
A psicanálise pode ser procurada por pessoas que estejam vivenciando diferentes formas de sofrimento ou que desejem compreender melhor a si mesmas. Ansiedade, depressão, burnout, TDAH, dificuldades nos relacionamentos, sensação de vazio, conflitos pessoais e padrões que se repetem podem ser motivos para iniciar um processo de análise.
3. Preciso estar passando por algum problema para fazer psicanálise?
Não necessariamente. Muitas pessoas chegam à análise diante de um sofrimento específico, enquanto outras procuram compreender melhor seus desejos, escolhas, relações ou uma sensação persistente de que algo não está bem. Não é preciso ter todas as respostas ou saber exatamente o que está acontecendo para começar.
4. Qual é a diferença entre psicoterapia e psicanálise?
A psicanálise possui uma maneira própria de compreender o sofrimento psíquico, considerando a história do sujeito, seus desejos, conflitos, relações e a dimensão do inconsciente. O trabalho não se limita a eliminar um sintoma, mas busca compreender o que ele expressa e como ele se relaciona com a história e a singularidade de cada pessoa.
5. Como são as sessões de psicanálise online?
As sessões acontecem de forma individual e online, por videochamada, em um ambiente reservado e adequado para a escuta. O atendimento online permite realizar o processo terapêutico com privacidade e continuidade, independentemente de onde você esteja.
6. Quanto tempo dura uma sessão?
A duração e a frequência das sessões são definidas de acordo com as particularidades de cada caso e com o processo analítico. Na psicanálise, o tempo da sessão não é pensado apenas como uma questão cronológica, mas também como parte do próprio trabalho de escuta.
7. Qual é o valor da sessão?
Inicialmente, o valor da sessão é: R$ 200,00, após este primeiro atendimento, os demais valores serão combinados.
8. Quantas vezes por semana preciso fazer análise?
A frequência é definida individualmente, considerando as necessidades de cada pessoa e a construção do trabalho analítico. Durante o primeiro contato, essas questões podem ser conversadas para que o processo seja estabelecido de maneira adequada.
9. Quanto tempo dura um tratamento psicanalítico?
Não existe um período previamente determinado. Cada processo é singular e pode se desenvolver de maneiras diferentes. A psicanálise não trabalha com uma quantidade fixa de sessões para alcançar um resultado, mas com um processo de elaboração que acontece ao longo do tempo.
10. A psicanálise pode ajudar em casos de ansiedade, depressão, burnout ou TDAH?
Sim. Essas experiências podem fazer parte das demandas que levam uma pessoa a procurar atendimento. Na análise, além de olhar para aquilo que causa sofrimento, busca-se compreender como esses sintomas aparecem na história e na vida de cada sujeito. Quando necessário, o acompanhamento pode também ser articulado com outros profissionais da saúde.
11. Como saber se a psicanálise é para mim?
Você não precisa ter certeza antes de começar. O primeiro contato pode ser justamente o momento de apresentar o que está acontecendo, tirar dúvidas e compreender como funciona o trabalho. A partir dessa conversa, é possível avaliar se a proposta da psicanálise faz sentido para você.
Dê um passo à frente, entre em contato agora!
Currículo acadêmico
Clarice Ribeiro Bulhões
Psicóloga clínica e Psicanalista, com formação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e especialização em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Atualmente, mestranda em Psicologia na PUC-Rio. Tem experiência na área de Psicologia nos seguintes temas: Clínica, Psicanálise, Gênero, Direitos humanos e Educação.
